Sistemas sob medida · Grid Forge℠
A planilha aguentou até aqui.Daqui pra frente é sistema.
Sistemas sob medida são feitos para o seu processo, e não o contrário. Do zero, ou assumindo o que já existe: protótipo, no-code emperrado ou código gerado por IA que parou de andar.
O problema
Você reconhece alguma dessas?
Se uma delas descreve a sua semana, o resto desta página é sobre isso.
A planilha virou banco de dados
Ela tem fórmula que ninguém entende, trava com o arquivo cheio e duas pessoas não conseguem editar ao mesmo tempo.
O sistema de prateleira obriga a operação a se torcer
Você paga licença para trabalhar do jeito que o software impõe, e ainda mantém uma planilha ao lado para o que ele não faz.
O protótipo feito com IA quebra com usuário real
A demo funcionava. Aí entraram dez pessoas ao mesmo tempo, apareceu dado de verdade, e o que era rápido virou fila.
Existe código, mas ninguém sabe o que ele faz
Quem construiu saiu, ou era uma ferramenta que gerava sozinha. Mexer virou aposta.
Cada mudança depende de uma pessoa só
O produto anda na velocidade da agenda de alguém. Isso é risco, não é economia.
O trabalho
Do zero, ou de onde parou.
Construir do zero é o caso simples: a gente desenha o modelo de dados, a interface e as regras junto com quem vai usar, e sobe em partes que já funcionam.
Assumir um projeto começado é o caso mais comum hoje, e é o que quase ninguém faz. Começar ficou barato: qualquer pessoa levanta um protótipo em uma tarde com Lovable, Claude Code, Cursor ou v0. Sustentar continua caro, e é onde o projeto para.
Nesse caso o trabalho abre com auditoria: o que está de pé, o que dá para reaproveitar, o que não aguenta usuário real. Você recebe esse mapa antes de receber a conta.
O que você recebe
- Auditoria escrita do que já existe, quando já existe
- Modelo de dados e regras acordados antes do código
- Entregas em partes, cada uma já em produção
- Código no seu repositório, acesso seu desde o começo
- Ambiente, deploy e monitoramento montados junto
Como acontece
Quatro passos, nessa ordem.
- 01
Diagnóstico do que já existe
Olhamos o processo, o código e o que trava hoje antes de propor qualquer coisa.
- 02
Escopo, prazo e preço
Você aprova o caminho fechado. Nada de escopo aberto correndo por fora.
- 03
Primeira versão em produção
Uma fatia útil no ar cedo, com usuário real, em vez de seis meses no escuro.
- 04
Crescer e sustentar
O sistema segue no ar com quem construiu por perto. É essa parte que costuma faltar.
Na prática
O que costumamos construir
Nenhuma lista fechada. Se o seu caso não estiver aqui, ele provavelmente parece com um destes.
Com o que trabalhamos
Continuidade
Produto
Base
Antes de decidir
O que costumam perguntar.
Sim, e é uma parte grande do que fazemos. O primeiro passo é sempre a auditoria: ler o que existe, rodar, e escrever o que está de pé e o que não está.
Você recebe esse diagnóstico antes de decidir continuar. Se a conclusão for que refazer sai mais barato que consertar, a gente diz isso, com o motivo.
Quase sempre tem, e raramente o problema é o código estar feio. O que costuma faltar é o que não aparece na demo: modelo de dados que aguente crescer, controle de acesso, tratamento de erro, ambiente separado de produção.
A gente aproveita o que a IA acertou, que costuma ser a interface e o caminho feliz, e refaz a fundação. Foi você quem descobriu o produto, e isso não se joga fora.
Fica. O repositório é seu, o acesso é seu, e as contas de infraestrutura ficam no seu nome desde o primeiro dia.
Se um dia você quiser levar o projeto para outro time, não existe nó para desatar.
Dá, e costuma ser o caminho certo quando ainda é uma ideia. Uma primeira versão enxuta em produção, com usuário de verdade, responde em semanas perguntas que a reunião não responde em meses.
Só depois disso faz sentido decidir o que crescer.
O preço sai depois do diagnóstico, junto com escopo e prazo, e vem fechado. Não trabalhamos com hora aberta correndo sem teto.
Em até 24h depois do primeiro contato você já recebe uma direção, mesmo antes da proposta.
As outras frentes